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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/conheca-edson-leite-do-blog-p20-melody_08.html[/postlink]


Falando um pouquinho, nascido em São Paulo, vida dura, 7 irmãos, crescendo em bairro simples, os irmãos mais velhos, corujando os mais novos, sou o sexto da linhagem, pai aposentado (R.I.P), mãe costureira (R.I.P), fomos crescendo e absorvendo o que estava ao nosso redor, meu irmão mais velho já estava usando calça boca de sino e cabelo black power e curtindo a Soul Music, James Brown e companhia, minha irmã que beleza de mulher dançando o Gute-Gute de Tina Charles e eu aos 13 anos começando ir as domingueiras pois naquele período em pleno militarismo e a inflação sendo corrigida a cada 6 meses, compro meu primeiro vinil da black music.


Betty Wright, que tenho até hoje e daí por diante todo mês um Compacto ou LP vinha para casa.

Aos 16 anos conheci aquela que viria ser a companheira de toda uma vida, começaram os bailinhos caseiros, o início em meu aniversário de 16 anos eu e os amigos colocamos 90 pessoas dentro da casa da minha mãe, ela achou aquilo uma loucura, pois todos que chegavam traziam o de comer e beber e o baile comeu solto até as 6 da manhã.

A vida era dura mas muito feliz, hoje resido no interior do Estado de São Paulo, os filhos formados na universidade, tenho um ótimo emprego e o gosto pela música é um prazer sem igual.

Estarei trazendo a vocês através da Rádio Cultura Black o programa Pérolas da Black Music, toda segunda-feira as 22:00 horas.

Com estréia dia 09 de novembro.

Conheça Edson Leite do Blog P20 Melody!

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/karaoke-cultura-black-mr-big-stuff-jean_03.html[/postlink]Nesta semana, o Karaokê Cultura Black traz a música que fez muito sucesso com Jean Knight e também com Aretha Franklin:

Envie sua sugestão de música para o Karaokê Cultura Black pelo e-mail: siteculturablack@gmail.com ou comente este post.

E nesta sexta estreia "80 Balanços Funk" com Sérgio Fialho e o melhor da música negra. Não se esqueça, na próxima sexta às 22:00hs!

Karaokê Cultura Black: Mr. Big Stuff - Jean Knight

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/traduza-sua-musica-this-will-be-natalie_02.html[/postlink]Hoje o Traduza sua Música traz um sucesso da música negra americana. Vamos ver:


Vamos ver a letra:

Ooh...ooh...

Oh...oh...

Ooh...oh...oh...yeah

Mmm...mmm...mmm...mmm...


This will be

An everlasting love

This will be

The one I’ve waited for

This will be

The first time anyone has loved me, oh...oh...oh...


I’m so glad

He found me in time

And I’m so glad that

He rectified my mind

This will be

An everlasting love for me, whoa, ho


Loving you

Is some kind of wonderful

Because you’ve shown me

Just how much you care

You’ve given me the thrill of a lifetime

And made me believe you’ve got more thrills to spare, oh


This will be

And everlasting love, oh, yes, it will now


You’ve brought a lot of sunshine into my life

You’ve filled me with happiness I never knew

You gave me more joy than I ever dreamed of

And no one, no one can take the place of you


This will be, you and me, yes, siree, eternally

Huggin’ and squeezin’ and kissin’ and pleasin’ together foreverthrough

rain or whatever

Yeah, yeah, yeah, yeah, you and me

So long as I’m livin’ true love I’ll be givin’, to you I’ll beservin’

cause you’re so deservin’


Hey, you’re so deservin’

You’re so deservin’, yeah, yeah, yeah

Oh, oh, oh, oh, oh

The love, the love, the love, the love, the love, the love, love,love,

love, love

The love, the love, the love, the love, the love, the love, love,love

From now on, from now on, from now on, from now on

From now on, from now on, from now on, from now on

From now on, from now on, from now on, from now on

Se você sempre quis ver a tradução, aqui no Site Cultura Black você pode:


Ooh... ooh...

Oh... oh...

Ooh... oh... oh... yeah

Mmm... mmm... mmm... mmm...


Este será

Um amor interminável

Este será

O único pelo qual esperei

Esta será

A primeira vez que alguém me amou, oh... oh... oh...


Eu estou tão feliz

Ele me encontrou a tempo

E eu estou tão feliz que

Ele corrigiu minha mente

Este será

Um amor interminável para mim, whoa, ho


Amar você

É simplesmente maravilhoso

Porque você me mostrou

O quanto você se importa

Você deu emoção à minha vivência

E me fez acreditar que você tem emoções de sobra para dar, oh


Este será

Um amor inteminável, oh, yes, isso será agora


Você trouxe luz à minha vida

Você me encheu da felicidade que eu sinceramente não conhecia

Você me deu a alegria plena com a qual eu jamais poderia sequer sonhar um dia

E ninguém, ninguém pode tomar

o seu lugar


Este será, sim, eternamente

Abraçando fortemente e beijando e agradecendo juntos para todo o sempre

Chova ou qualquer coisa

Yeah, yeah, yeah, yeah, você e eu

Enquanto eu viver

Vou exalar o verdadeiro amor

A você vou estar sevindo

Porque você é merecedor de tudo isso


Hey, você é tão merecedor

Você é tão merecedor, yeah, yeah, yeah

Oh, oh, oh, oh, oh

O amor, o amor, o amor, o

amor, o amor, o amor,

amor, amor, amor, amor

O amor, o amor, o amor, o

amor, o amor, o amor, amor

amor

De agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante, de agora em diante.

Mande sua sugestão para o Traduza sua Música pelo e-mail: siteculturablack@gmail.com

E nesta sexta estreia "80 Balanços Funk" com Sérgio Fialho e o melhor da música negra. Não se esqueça, na próxima sexta às 22:00hs!


Traduza sua Música: This Will Be - Natalie Cole

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/novidade-na-radio-cultura-black-80_02.html[/postlink]



Como já dissemos antes, o Site Cultura Black está com muitas novidades. E não vai ser a Rádio Cultura Black que vai ficar de fora, né?
Agora a Rádio Cultura Black vai ter uma equipe ainda melhor. Você conhece Sérgio Fialho? Não? Pois no dia 06 de novembro você vai conhecer ele, que vai estar na Rádio Cultura Black todas as sextas, às 22:00hs comandando o programa 80 Balanços Funk que sempre trará um especial com os melhores cantores que você pode imaginar. Aguarde!!!

Rádio Cultura Black: Agora muito melhor!

Novidade na Rádio Cultura Black: 80 Balanços Funk

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/concurso-banner-cultura-black_02.html[/postlink]Colabore com o Site Cultura Black e escolha como será o nosso banner principal. Se o seu banner for o melhor você ganhará um programa na nossa TV!


Medidas:
  • Largura: 760px
  • Altura: 300px
Entre você também nessa. Já pensou se você ganha?

Mande seu banner para siteculturablack@gmail.com que publicaremos aqui no nosso site, depois disso o público escolhe. Chame os amigos pois os votos serão muito importantes na nossa enquete! Mande quantos banners quiser com o seu nome e e-mail para gente até o dia 13/11/2009!

Concurso Banner Cultura Black

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/grande-baile-amigos-do-bem_02.html[/postlink]Foi numa tarde do dia 25 de outubro de 2009 que aconteceu uma festa inesquecível que teve nossa presença. Nós da Rádio Cultura Black estávamos lá comandando o som ce tocando as melhores músicas que você só ouve na Rádio Cultura Black.
Quem esteve no G.E. Americano na Vila Formosa pode explicar o que aconteceu, parecia que os anos 80 tinham voltado. Vendo todos dançando e participando com o refrões criados nos bailes dos velhos tempos.
Todos que eu encontro e que estiveram lá dizem que a festa foi muito boa. Não faltou nada: começou com Flash Back, em seguida teve Samba Ao Vivo com um grupo muito bom e depois terminou com muito Samba Rock, Melodias e Nostalgia. Só sei dizer que a festa era para terminar às 18:00hs e 19:00hs ninguém queria que a festa acabasse.
Nós da Rádio Cultura Black e os organizadores da festa Marcos, Edna, Ita e outros organizadores que citaremosna próxima edição ficamos muitíssimo satisfeitos por se tratar de uma festa beneficiente e que não foi muito divulgada ter feito tanto sucesso.
Agradecemos a todos que participaram e coloaboraram com essa causa nobre. Paz a todos!!!

Grande Baile Amigos do Bem!

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[postlink]https://exemploculturablack.blogspot.com/2009/11/grandes-negros-da-historia-wilson_01.html[/postlink]

Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 1938 — 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970.
Simonal teve uma filha, Patricia, e dois filhos, também músicos: Wilson Simoninha e Max de Castro.

Início da carreira e o sucesso


Filho de uma empregada doméstica, Simonal era cabo do Exército quando começou a cantar, nos bailes do 8º Grupo de Artilharia de Costa Motorizado (8º GACOSM), então sediado no Leblon. Seu repertório se constituía basicamente de calipsos e canções em inglês.
Em 1961, foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, integrando também o conjunto Os Guaranis. Apresentou-se no programa Os brotos comandam, apresentado por Carlos Imperial, um dos grandes responsáveis por seu início de carreira. Cantou nas casas noturnas Drink e Top Club. Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova.
Em 1964, viajou pela América do Sul e América Central, junto com o conjunto Bossa Três, do pianista Luís Carlos Vinhas.
De 1966 a 1967, apresentou o programa de TV Show em Si ...monal, pela TV Record - canal 7 de São Paulo. Seu diretor era Carlos Imperial. Revelou-se um showman, fazendo grande sucesso com as músicas País tropical (Jorge Ben), Mamãe passou açúcar em mim, Meu limão, meu limoeiro e Sá Marina Carlos Imperial, num swing criado por César Camargo Mariano, que fazia parte do Som Três, junto com Sabá e Toninho, e que foi chamado de pilantragem (uma mistura de samba e soul), movimento também idealizado e capitaneado por Carlos Imperial.
Em 1970, acompanhou a seleção brasileira de futebol na Copa do Mundo, realizada no México, onde tornou-se amigo dos jogadores de futebol Carlos Alberto e Jairzinho e do maestro Erlon Chaves.
Nessa época, Simonal era um dos artistas mais populares e bem pagos do Brasil, bastante assediado pela imprensa e pelos fãs. Vivia o auge de sua carreira. Foi o primeiro negro a apresentar sozinho um programa de televisão no país - o “Show em Si...Monal”, dirigido por Carlos Imperial - no qual era acompanhado por César Camargo Mariano, Sabá e Toninho, que formavam o Som 3, .


Sequestro do contador


No início da década de 1970, Simonal foi vítima de um desfalque e demitiu seu contador, Raphael Viviani, o suposto culpado. Este moveu uma ação trabalhista contra o cantor. Em agosto de 1971, Simonal recrutou dois amigos (um deles seu segurança) militares para dar "uma lição" no contador. O contador foi torturado, inclusive com choques elétricos, e teve sua família ameaçada de morte. Afinal, acabou assinando a confissão de culpa no desfalque.
O que Simonal não contava era que a mulher do contador havia dado queixa à polícia pelo sequestro do marido. E quando este voltou para casa, a mulher o convenceu a entrar com outro processo contra Simonal.

Relações com a polícia política e órgãos de informação


Processado sob acusação de extorsão mediante sequestro do contador, Simonal levou como testemunha aquele mesmo policial do Departamento de Ordem Política e Social do então Estado da Guanabara, Mário Borges, que o apontou em julgamento como informante do Dops. Outra testemunha de defesa, um oficial do I Exército (atual Comando Militar do Leste), afirmou que o réu colaborava com a unidade.


Simonal foi julgado culpado pelo sequestro e, em 1972, condenado a uma pena de cinco anos e quatro meses, que cumpriu em liberdade. Nos autos, Simonal era referido como colaborador das Forças Armadas e informante do Dops. Em 1976, em acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, também é referida a sua condição de colaborador do Dops.
"Em sua argumentação final, o ilustre meritíssimo alega que não tem como julgar os agentes do DOPS, já que estávamos vivendo um estado de exceção e, por isso, ele não tinha competência para julgar atos que poderiam ser de segurança nacional, mas Wilson Simonal, que era civil, não tinha esse tipo de “cobertura”, portanto pena de 5 anos e 4 meses pra ele(...) Se em 1971 fosse provado que ele era um colaborador, ele não seria julgado por isso, seria condecorado," escreve o comediante Claudio Manoel, produtor e diretor do documentário Simonal – Ninguém sabe o duro que dei.
O compositor Paulo Vanzolini, no entanto, afirma, em entrevista ao Caderno 2 do Estadão, que Simonal era, de fato, "dedo duro" do regime militar e complementa: Essa recuperação que estão fazendo do Simonal é falsa. Ele era dedo-duro mesmo. Ele "se gabava de ser dedo-duro da ditadura". E segue dizendo que "na frente de muitos amigos ele dizia' eu entreguei muita gente boa'", conclui.
Raphael Viviani, em depoimento para o filme, relata que Simonal estaria no Dops e teria assistido à sua tortura e não teria tido dó.
O jornalista Reinaldo Azevedo atribui o ódio da esquerda brasileira a Simonal a seu aguçado sentido de autodefesa e corporativismo: Tivesse Simonal pertencido à VAR-Palmares ou ao MR-8, assaltado bancos, feito seqüestros e matado alguns, sua família estaria agora recebendo pensão e indenização. Se tivesse sobrevivido, seria ministro de Estado. E tocar no seu passado seria de extremo mau gosto.
O humoristta Chico Anysio e o jornalista Nelson Motta, dentre outras personalidades, afirmam que até a presente data não apareceu uma vítima sequer das ditas delações de Simonal. O jornal O Pasquim, frente de luta contra a ditadura militar, através de pessoas como Ziraldo e Jaguar, ocupou-se de propagar as acusações que destruíram a carreira de Simonal.`Perguntado por que não havia sido checada a veracidade das informações, Ziraldo disse que não havia motivos para duvidar das fontes.


Ostracismo e morte


Simonal caiu em absoluto esquecimento a partir da década de 1980.
"Ele dizia para mim: 'Eu não existo na história da música brasileira'", conta sua segunda mulher, Sandra Cerqueira. Tornou-se deprimido e alcoólatra, vindo a morrer de complicações decorrentes do alcoolismo.

Reabilitação


Em 2002, a pedido da família, a Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) abriu um processo para apurar a veracidade das suspeitas de colaboração do cantor com os órgãos de informação do regime militar. A comissão analisou documentos da época, manteve contato com pessoas do meio artístico, como o comediante Chico Anysio e os cantores Ronnie Von e Jair Rodrigues, e analisou reportagens publicadas nos jornais. Em notícia veiculada em 1992 pelo Jornal da Tarde, por exemplo, Gilberto Gil e Caetano Veloso declararam não ter tido problemas de convivência com Simonal.
Além de depoimentos de artistas e de material enviado por familiares e amigos, constou do processo um documento de janeiro de 1999, assinado pelo então secretário nacional de Direitos Humanos, José Gregori, no qual atestava que, após pesquisa realizada nos arquivos de órgãos federais, como o SNI e o Centro de Informações do Exército (CIEx), não foram encontrados registros de que Simonal tivesse sido colaborador, servidor ou prestador de serviços daquelas organizações.
Em 2003, concluído o processo, Wilson Simonal foi moralmente reabilitado pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em julgamento simbólico.
Desmascarados em público, e sem nunca terem provado as acusações que faziam, os detratores de Simonal ainda tentaram, dez anos após sua morte, condená-lo novamente, apresentando um documento que nunca aparecera antes, e que demonstraria as ligações íntimas de Simonal com o regime militar, mas depois provou-se que tal documento nada mais era do que uma tentativa de Simonal para escapar de um provável processo por agressão a seu contador, invocando, para isto, ajuda oficial da polícia para provar sua inocência.


Documentário


Em 2009, foi lançado o documentário "Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei", dirigido por Claudio Manoel (da troupe Casseta & Planeta), Micael Langer e Calvito Leal.


Segundo Cláudio Manuel, Simonal "pagou uma pena dura demais, desproporcional para uma surra, porque sua condenação foi até o fim da vida. Para ele, não teve anistia".


Discografia


• 1961 - Teresinha (Carlos Imperial)
• 1963 - Tem algo mais
• 1964 - A nova dimensão do samba
• 1965 - Wilson Simonal
• 1966 - Vou deixar cair...
• 1967 - Wilson Simonal ao vivo
• 1967 - Alegria, alegria !!!
• 1968 - Alegria, alegria - volume 2
• 1968 - Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga
• 1969 - Alegria, alegria - volume 3
• 1969 - Cada um tem o disco que merece
• 1969 - Homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira
• 1970 - Jóia
• 1972 - Se dependesse de mim
• 1975 - Ninguém proíbe o amor
• 1977 - A vida é só cantar
• 1979 - Se todo mundo cantasse seria bem mais fácil viver
• 1981 - Wilson Simonal
• 1985 - Alegria tropical
• 1991 - Os sambas da minha terra
• 1995 - Brasil
• 1997 - Meus momentos: Wilson Simonal
• 1998 - Bem Brasil - Estilo Simonal
• 2002 - De A a Z : Wilson Simonal
• 2003 - Alegria, alegria
• 2003 - Relançamento de Se todo mundo cantasse seria bem mais fácil viver
• 2004 - Rewind - Simonal Remix
• 2004 - Wilson Simonal na Odeon (1961-1971)
• 2004 - Série Retratos: Wilson Simonal

Grandes Negros da História: Wilson Simonal

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